Mais uma da série “O barítono vem aí”
A melancólica reunião do Diretório do PSDB de anteontem parece ter encerrado o processo.
Dificilmente Miguel Haddad sai candidato. Podem fazer pesquisas, pedir reza para a Irmã Selma, o que for, que nada vai adiantar.
Por que é que ele insistiria na candidatura, se presente se faz a possibilidade de, mesmo que vencedor pelo critério adotado pela executiva do partido (quem estiver melhor nas pesquisas será o candidato), acabar cristianizado pelo atual alcaide? Nessa o ex-prefeito muito dificilmente cairá.
Ary Fossen, portanto, será, salvo algum fato novo e muito surpreeendente, o candidato do PSDB.
Vitória? Bobagem. O atual prefeito levou a cabo, e com êxito, uma manobra politicamente inconseqüente. Deu um passo arrojado, que foi peitar a dupla companheira de outrora, sem pensar no seguinte.
Pois é. O seguinte certamente o levará ao tombo.
Tivesse um mínimo de disciplina partidária e de raciocínio lógico, perceberia que a garantia de sua permanência na vida pública - como parlamentar, é certo - seria a candidatura e quase certa vitória de Miguel Haddad nas próximas eleições.
Não aprendeu nada com as besteiras do Alckmin em 2006. Insiste em disputar novamente a prefeitura, não se dando conta do estrago que já causou ao partido e a si próprio.
Ary ganhou. Mas perdeu.
Dificilmente Miguel Haddad sai candidato. Podem fazer pesquisas, pedir reza para a Irmã Selma, o que for, que nada vai adiantar.
Por que é que ele insistiria na candidatura, se presente se faz a possibilidade de, mesmo que vencedor pelo critério adotado pela executiva do partido (quem estiver melhor nas pesquisas será o candidato), acabar cristianizado pelo atual alcaide? Nessa o ex-prefeito muito dificilmente cairá.
Ary Fossen, portanto, será, salvo algum fato novo e muito surpreeendente, o candidato do PSDB.
Vitória? Bobagem. O atual prefeito levou a cabo, e com êxito, uma manobra politicamente inconseqüente. Deu um passo arrojado, que foi peitar a dupla companheira de outrora, sem pensar no seguinte.
Pois é. O seguinte certamente o levará ao tombo.
Tivesse um mínimo de disciplina partidária e de raciocínio lógico, perceberia que a garantia de sua permanência na vida pública - como parlamentar, é certo - seria a candidatura e quase certa vitória de Miguel Haddad nas próximas eleições.
Não aprendeu nada com as besteiras do Alckmin em 2006. Insiste em disputar novamente a prefeitura, não se dando conta do estrago que já causou ao partido e a si próprio.
Ary ganhou. Mas perdeu.