Compulsão perigosa
Nunca se sabe aonde pode levá-lo uma compulsão. Fala-se aqui sobre aquela de ler qualquer coisa - mas qualquer coisa mesmo – que se lhe apresente à mesa de um café. Desta feita foi um exemplar do Jornal de Jundiaí, que trouxe uma matéria com o título “SBT ergue favela no Caxambu”, nela tratando da montagem em Jundiaí de um cenário pela emissora de TV.
A matéria começou assim:
"Um núcleo de periferia, com barracos feitos de madeira, casas simples, um boteco e um orelhão falso, com direito até a cabanas de sem-terra. As casas estão decoradas e algumas já têm móveis. Dois carros apenas com a carcaça dão vida a um dos cantos."
Pois é. Não deu para continuar a leitura. Mas fica a promessa de se empreender a nova (e certamente sofrida) tentativa, desde que uma santa alma diga o que significa “Dois carros apenas com a carcaça dão vida a um dos cantos”.
Antes disso, não.
A matéria começou assim:
"Um núcleo de periferia, com barracos feitos de madeira, casas simples, um boteco e um orelhão falso, com direito até a cabanas de sem-terra. As casas estão decoradas e algumas já têm móveis. Dois carros apenas com a carcaça dão vida a um dos cantos."
Pois é. Não deu para continuar a leitura. Mas fica a promessa de se empreender a nova (e certamente sofrida) tentativa, desde que uma santa alma diga o que significa “Dois carros apenas com a carcaça dão vida a um dos cantos”.
Antes disso, não.