Agora ninguém segura
A edição de ontem do Jornal de Jundiaí (íntegra aqui) apresentou matéria sobre os problemas do Prédio Anexo da Câmara Municipal.
Relata o jornal: “Após sete anos da construção do anexo da Câmara de Jundiaí, o prédio continua com problemas visíveis de acabamento. Infiltrações, colunas de ferro corroídas, paredes descascadas e cheiro forte de mofo incomodam os funcionários, conforme eles mesmos relatam, porém, com receio de se identificar. A situação das salas - ocupadas pelos 19 vereadores e seus assessores - piora à medida que se chega aos andares mais elevados do prédio. Há seis salas por andar.”
Continua a matéria: “O acabamento do anexo e a própria ocupação do prédio, feita em 2004, não são temas de recente discussão. Isso porque desde que a obra foi entregue (no mesmo ano), um processo judicial envolve a prefeitura (proprietária do edifício) e a construtora responsável pela unidade, Copan Construtora Pantheon Ltda.”
Em seguida, o Jornal noticia a existência de uma dívida do Poder Público com a Construtora da ordem de cinco milhões de reais em razão de conflitos envolvendo a contratação da construção do prédio.
Informou ainda o diário que o Diretor Administrativo da Câmara pediu “ao jurídico da Casa para avaliar o andamento do processo.”, enquanto o “atual presidente da Casa, Gerson Sartori (PT), afirmou que pretende conversar com a prefeitura para viabilizar a reforma necessária ainda neste ano. "Vou articular para que de alguma maneira as melhorias sejam feitas. O ambiente é ruim, chega a ser insalubre para trabalhar" – disse Gérson.
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Bem, sobre o assunto, este blog, em maio de 2008, trouxe um post em que se relatavam as queixas da então vereadora Marilena Negro com os problemas do prédio e o comportamento no mínimo estranho da bancada do PT (à qual pertencia o atual Presidente do Legislativo, Gérson Sartori) sobre a forma como se conduzira a construção do anexo e sobre o verdadeiro escândalo representado pelas condições em que ele foi entregue e naquelas em que se encontrava já em 2006).
O post terminava com uma série de perguntas dirigida aos petistas. (A íntegra está aqui ).
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Nesses anos todos, enquanto o mundo girou e a Lusitana rodou, o assunto "Anexo da Câmara" ficou na mesma.
Nem é preciso dizer que nenhuma resposta tiveram as questões propostas pelo blog no post referido, todas nascidas da perplexidade (agravada pelo estranho comportamento dos petistas, os oposicionistas de então) que o tema suscitara entre os jundiaienses atentos aos fatos e atônitos com o estranho bate-cabeça da oposição daquela época.
Já o prédio foi-se deteriorando, chegando à escandalosa situação reportada agora pelo JJ.
Mas nem por isso se deve perder a esperança.
Certamente foi para atestar que ela é a última que morre que o novo Presidente da Câmara, Gérson Sartori, apareceu nas páginas do JJ para afirmar que vai “articular” alguma coisa. Enquanto isso, Jorge Haddad, Diretor da Câmara, determinou ao Jurídico do Legislativo que avaliasse o andamento do processo.
Em resumo, um diz pretender articular alguma coisa; o outro mandou dar uma olhada no processo.
Quem há de exigir mais, não é mesmo??????
Agora vai....!!!
Relata o jornal: “Após sete anos da construção do anexo da Câmara de Jundiaí, o prédio continua com problemas visíveis de acabamento. Infiltrações, colunas de ferro corroídas, paredes descascadas e cheiro forte de mofo incomodam os funcionários, conforme eles mesmos relatam, porém, com receio de se identificar. A situação das salas - ocupadas pelos 19 vereadores e seus assessores - piora à medida que se chega aos andares mais elevados do prédio. Há seis salas por andar.”
Continua a matéria: “O acabamento do anexo e a própria ocupação do prédio, feita em 2004, não são temas de recente discussão. Isso porque desde que a obra foi entregue (no mesmo ano), um processo judicial envolve a prefeitura (proprietária do edifício) e a construtora responsável pela unidade, Copan Construtora Pantheon Ltda.”
Em seguida, o Jornal noticia a existência de uma dívida do Poder Público com a Construtora da ordem de cinco milhões de reais em razão de conflitos envolvendo a contratação da construção do prédio.
Informou ainda o diário que o Diretor Administrativo da Câmara pediu “ao jurídico da Casa para avaliar o andamento do processo.”, enquanto o “atual presidente da Casa, Gerson Sartori (PT), afirmou que pretende conversar com a prefeitura para viabilizar a reforma necessária ainda neste ano. "Vou articular para que de alguma maneira as melhorias sejam feitas. O ambiente é ruim, chega a ser insalubre para trabalhar" – disse Gérson.
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Bem, sobre o assunto, este blog, em maio de 2008, trouxe um post em que se relatavam as queixas da então vereadora Marilena Negro com os problemas do prédio e o comportamento no mínimo estranho da bancada do PT (à qual pertencia o atual Presidente do Legislativo, Gérson Sartori) sobre a forma como se conduzira a construção do anexo e sobre o verdadeiro escândalo representado pelas condições em que ele foi entregue e naquelas em que se encontrava já em 2006).
O post terminava com uma série de perguntas dirigida aos petistas. (A íntegra está aqui ).
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Nesses anos todos, enquanto o mundo girou e a Lusitana rodou, o assunto "Anexo da Câmara" ficou na mesma.
Nem é preciso dizer que nenhuma resposta tiveram as questões propostas pelo blog no post referido, todas nascidas da perplexidade (agravada pelo estranho comportamento dos petistas, os oposicionistas de então) que o tema suscitara entre os jundiaienses atentos aos fatos e atônitos com o estranho bate-cabeça da oposição daquela época.
Já o prédio foi-se deteriorando, chegando à escandalosa situação reportada agora pelo JJ.
Mas nem por isso se deve perder a esperança.
Certamente foi para atestar que ela é a última que morre que o novo Presidente da Câmara, Gérson Sartori, apareceu nas páginas do JJ para afirmar que vai “articular” alguma coisa. Enquanto isso, Jorge Haddad, Diretor da Câmara, determinou ao Jurídico do Legislativo que avaliasse o andamento do processo.
Em resumo, um diz pretender articular alguma coisa; o outro mandou dar uma olhada no processo.
Quem há de exigir mais, não é mesmo??????
Agora vai....!!!